domingo, março 23, 2008

Água clara de uma alma

O que dizer e o quanto dizer.
O que é necessário à felicidade
O exercitar do uso, a prova mais capaz
Da intuição e do que é extraordinário.
Rebuscada, a linha entre o amor e o ódio
Se mostra digna nota,
Algo parecido com um vidro de sóis
Calçamento de um enredo mais que raro.
Alma e canto, enigma precipitado
Onde se esconde o outro,
Não eu mesmo,
Que sou claro.

3 comentários:

~pi disse...

muito claro.

e claramente escreves

a

clareza.

Ana Maria Costa disse...

Estranhamente claro...o enigma...

Belo...

Mara Borges disse...

Envolvente...a clareza e o enigma. Amei!